O Laboratório chegou ao fim... Depois de quase um ano escrevendo esse blog, que me ajudou a conhecer muita gente e me fez apreder muita coisa, não tenho mais vontade de escreve-lo, de pensa-lo, de te-lo... Fico pensando apenas nas coisas que ainda posso fazer, e que o blog estava virando uma obrigação... Obrigado Vivi, Passive, Fábio, Stand Away(Caddi), Victor, Dea, Lilize e o resto do povo todo! Tudo de bom pra vocês.
Essa decisão é definitiva, não é jogo de marketing Obrigado a quem sempre leu o Laboratório, quem sempre comentou, quem lia meus textos, enfim, quem passava por aqui desde o Weblogger, e agora no Blogspot. É isso...
§ Há muito tempo eu venho pensando, essa banda é realmente a salvação do rock. Não que o rock precise ser salvo, alías, alguém por favor mate o new metal(Limpem o Parque, Korno, Limpo o Biscoito, Soulfry, Slipknot do Samba, Sistema de Baixo...) para que o rock possa, finalmente, viver em paz pra sempre. Mas ouvindo The Strokes até decorar todas as músicas que eu tenho, percebi que havia uma pérola e que durante muito tempo não vai ser batida. É a música que tem a combinação perfeita entre tema, letra, melodia, feeling e leveza. A música é quase perfeita e não exagero em falar disso. É como se fosse uma More Than Words do Extreme com a imensa vantagem dos Strokes não virarem uma banda de uma música só, como é o caso do Extreme. Bom, vou deixar de enrolação e dizer logo. Ao final desse texto e depois de ler a letra da música, sintam-se todos intimados a ouvirem a música em alguma rádio da internet ou mesmo baixarem-na da net pelo KazaA. Aviso: na Usina do Som não tem... | Aviso 2: Essa música me fez chorar. Por isso, veio logo em seguida a vontade de escrever um texto sobre isso. Em breve...
Someday Algum Dia
In many ways, they'll miss the gold old days
De muitas formas, Eles vão sentir saudades dos velhos tempos dourados Someday, someday
Algum dia, algum dia Yeah, it hurts to say, but I want you to stay
Yeah, dizer isso machuca, mas eu queria que você ficasse Sometimes, sometimes
Algumas vezes, algumas vezes When we was young, oh man, did we have fun
Quando nos éramos jovens, Oh cara, a gente se divertia Always, always
Sempre, sempre Promises, they break before they're made
Promessas, Eles quebram antes de fazer Sometimes, sometimes
Algumas vezes, algumas vezes Oh, Maya says I'm lacking in depth
Oh, Maya diz que meus olhos há uma falta de profundidade I will do my best
Eu vou fazer o melhor de mim You say you wanna stay by my side
Você diz que quer ficar do meu lado, Darlin', your head's not right
Querida, sua cabeça não está boa See, alone we stand, together we fall apart
Veja, sozinhos nós agüentamos, juntos nós nos separamos Yeah, I think I'll be alright
Yeah, eu acho que vou ficar bem I'm working so I won't have to try so hard
Eu estou trabalhando, então não vou ter que tentar tanto Tables, they turn sometimes
A mesa vira algumas vezes Oh, someday...
Oh, algum dia... Now, I ain't wastin' no more time
Agora eu não estou desperdiçando mais tempo And now my fears
E agora meus medos They come to me in threes
Eles vêem pra mim em trio So, I
Oh, Eu, Sometimes
Algumas vezes Say, "Fate my friend,
Digo "Destino, meu amigo, You say the strangest things
Você diz as coisas mais estranhas I find, sometimes"
Eu acho, algumas vezes" Oh, Maya says I'm lacking in depth
Oh, Maya diz que meus olhos há uma falta de profundidade Say I will try my best
Eu vou dar o melhor de mim You say you wanna stay by my side
Você diz que quer ficar do meu lado, Darlin', your head's not right
Querida, sua cabeça não está boa See, alone we stand, together we fall apart
Veja, sozinhos nós agüentamos, juntos nós nos separamos Yeah, I think I'll be alright
Yeah, eu acho que vou ficar bem I'm working so I won't have to try so hard
Eu estou trabalhando, então não vou ter que tentar tanto Tables, they turn sometimes
A mesa vira algumas vezes Oh, someday...
Oh, algum dia... I ain't wasting no more time
Eu não estou desperdiçando mais tempo
§ Hoje foi a vez de sonhar com um amigo meu que eu não vejo a um tempão!!! O sonho foi com o Phillip, antigo integrante do Trio Ameba, que é uma loooooooooooooooooonga história. Bom, estava eu na UFPI, lá no CA, acho que sozinho, quando ele entrou, me segurou pelo ombro, me sacudiu dizendo que os pais dele tinham comprado um Oi e era preu ligar pra ele... Dai minha mãe me acordou...
§ Caralho, ontem tive o maior sonho com meu pai. Ele tá morando no Rio, a gente não se vê há um tempão, não é propriamente saudade, mas é algo bem próximo. Mas o sonho foi tão bom, tão real, a voz dele idêntica, o cabelo, o porte e até o jeito de se vestir. Bom, o sonho se passava numa festa onde eu estava com a Rosa e que não sei como, meu pai também estava lá. O mais legal é que eu apresentava a Rosa pra ele, e ele era cordial pra caramba, como seria caso eu apresentasse a Rosa a ele. Lembro da gente conversando algumas coisas, só não lembro exatamente o quê. Vimos até uma criança de uns 11, 12 anos dirigindo o carro do pai. O pirralho dava uma ré e batia num carro que era muito bonito, com um design futurista, e que tinha a maior cara de caro, caríssimo. Na hora de ir embora, a gente estava caminhando por um campo, um gramado, indo em direção um conjunto de prédios, que eu arriscaria dizer, pelo formato e pela cara dos prédios que era Brasília. Os prédios pareciam muito com uma daquelas superquadras de DF. Não havia carro nenhum, iríamos embora a pé. Mas meu pai não foi conosco, me lembro dele me chamando e eu correndo pra abraça-lo, realmente emocionante. Agora, o que raios eu fazia em Brasília, o que raios meu pai fazia em Brasília, e a Rosa estava comigo(uma das melhores partes do sonho!)... Será um tipo de presságio!? Eu sempre tentei não ser supersticioso mas essa é uma coisa realmente interessante, intrigante. Garotos dirigindo e batendo carros, meu pai em Brasília, Brasília, eu e Rosa lá, nós de traje para formatura, a Rosa com um vestido, se eu bem me lembro, vermelho. Meu pai sério(bom, ele sempre foi sério, então...). Que sonho...
§ Por favor, não se deêm o trabalho de assistir a esse filme, é o típico filme : "Oh yeah, USA is so fucking great." Horrível.
§ Bom, falando em cinema, a Ana Maria Bahiana, grande crítica de cinema disse que Matrix Reload é chato e que só vale à pena se você for fã. Bom, mas quem não é!?
§ E falando em Matrix estou fazendo uma espécie de review do filme I, só pra relembrar a história e todo o resto que eu já tinha esquecido. Já assisti umas duas vezes...
§ Amanhã, eu e Rosa completamos três meses de namoro. Maravilha!!!!!!!!!!!!!!!!!!
§ Meu aniversário está próximo!! Presentes via Sedex!!!
§ Los Comillones, com excesão de Carlos Ás, fizeram doação de sangue hoje. É muito bom mesmo ajudar o próximo e todo o resto que todo mundo sabe mas pouca gente faz.
§ Sabe quando você tem a nítida sensação de que está assistindo a um filme bom, com um bom roteiro, uma história que prende a nossa atenção, com bons atores, blábláblábláblábláblá... Pois é, que droga de sindrome é essa de não saber terminar os filmes. Casos como "A Última Profecia", "Inteligência Artificial", "Jurassic Park III", todos esses são terminados de uma maneira tal que eu só posso pensar que os roteiristas morreram carregando o verdadeiro final para o túmulo, aí eles contrataram alguns péssimos roteiristas pra terminar os filmes. Putz, o filme faz o maior suspense e aí, de repente acaba... Sem um fim definido. Brochante.
§ Estava eu no meu sono bacana depois de ter ido dormir umas duas da manhã, já capotando... Acordei de sobresalto. Ninguém me chamou nem nada, foi de susto mesmo, acho que foi a consciência. Olhei o relógio: 09:00. Meu deus!!!!!!!!!!!!. Achava que estva atrasado pro meu curso... Mas hoje é sábado... É foda, tow ficando velho...
Ouvindo: Symbols - Hard Feelings (versão dos dois amigos meus!)
Não conheço um cara aqui na minha cidade que cante melhor que ele. O foda é que ele estuda num colégio em que o terceiro ano do Ensino Médio vai de 13:30 às 21:00!!! Imagina... Mas esse é o último ano dele lá, depois poderemos tocar mais vezes!!
§ Impressionante a capacidade que eu tenho pra não me decidir sobre o que tocar, sobre como tocar... Formei uma banda com o Ramyro, um amigo meu dos tempos do curso de inglês.. Tocávamos violão e tudo o mais, mas nunca passou disso. Outro dia tocamos algumas coisas juntos e estou pensando cá comigo em chamá-lo pra tocar The Strokes, que é uma banda mais fodona do que muita banda que já está aí na praça há um tempo, além de The Doors e tals. O problema é sempre o mesmo: baterista!? cadê!? Pois é, nada de alguém interessando em tocar bateria. Daí existem sempre os projetos com o Eduardo, mas que não passam de projetos pela falta de baterista também. Foi então que apareceu um amigo meu, o George, joguei basquete com ele mó tempo... Ele começou a cantar metal e me chamou pra fazer o teste da banda dele. Só que a música é fodona demais pros meus dotes 'baixísticos', além de ser progressiva demais também... Aí aparece o Pablo, ex da minha irmã e amigo meu de antes disso. 'Tio Pedro, tu consegue pegar umas coisas de blues de ouvido?'. Comecei logo a me interessar... 'Cara, depende, se tu me disser o que é...'. Ele então diz, 'Não pô, é que tem um amigo meu que tah afim de montar uma banda de blues, me chamou tem outro guitarrista e tecladista e baterista, só falta o baixista, dai eu pensei teu nome logo'. Resultado!? Já estou com duas músicas quase prontas. Uma tá legal, arranjo todo meu por enquanto, ainda vai entrar mais coisa... A outra tem influência (leiam correto: influência e não xerox!!!) de Led Zeppelin. Led é muito bom!!! Led Zeppelin tem muita coisa de blues, por isso eu fiquei logo empolgado, alé de ser um ritmo muito quente, digamos assim... Alguém já ouviu o riff de Whole Lotta Love?
§ Hilário eu chegando em casa meio tonto... E é por que eu só tomei umas cervejas...
§ Dia 15 faço 3 meses com a Rosa!!! Bom demais!
§ Ando tocando muito violão e musiquinhas do Oasis. Muito legal...
Temos em nossas vidas vários desejos, desde a vontade de ser bombeiro ou astronauta, quando somos pequeninos, até quando já sabemos o que queremos de nosso futuro(ou pelo menos achamos), quando escolhemos nossa profissão. E é nosso sonho também, depois da escolha feita, sairmos da universidade com diploma na mão, sabendo que com ele teremos maiores perspectivas de obter um emprego no já disputadíssimo mercado de trabalho. Mas, pelo menos nas terras ermas do Piauí, vemos que o que ocorre é justamente o contrário.
Há alguns dias, mais um de nossos amigos perdeu o emprego após a conclusão do curso. Digo mais um por que sabemos de inúmeros casos em que isso acontece, e sempre dessa forma covarde. Que tipo de futuro teremos ou imaginaremos para nós, se ainda universitários, temos esse exemplo de desrespeito?
Há entre as empresas de comunicação (e dando nome aos bois: rádios, emissoras de TV e jornais impressos) uma prática o tanto quanto ilógica: admite-se estagiários pela metade do preço para trabalharem como profissionais, coisa que eles logicamente ainda não são. Com isso pecam na qualidade do material oferecido à população, o único freguês do seu produto. E para finalizar a falta de lógica, dispensam os estagiários recém formados, que obviamente tornaram-se profissionais, para a contratação de novos estagiários, entrando assim num perigoso círculo vicioso.
Assim, percebemos nosso amigo sendo despedido, mas, vejam só a ironia, no mesmo programa em que ele atuava como produtor, a apresentadora não é formada em Jornalismo, mas sim estudante de Publicidade. Então, vendo esse tipo de atitude, onde entram os nossos sonhos, e sendo menos inocente, onde entra o nosso futuro? Onde entra a nossa vida profissional, já que vemos a cada fim de período, e consequentemente formatura de novos jornalistas, os mesmos sendo despedidos de seus estágios, possíveis empregos definitivos!?
O que se imagina é que tal atitude é de alguma forma para conter os gastos das empresas, já que o estágio não é obrigatoriamente remunerado e quando o é, a remuneração não ultrapassa o valor do piso salarial da classe. As empresas então não prezam pela qualidade!? Por que convenhamos, o talento não é nada sem o embasamento teórico e os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso. Será que a decisão da juíza Carla Rister é injusta, então? Por que eu não vejo mais razões para o tal diploma se o nosso destino ao recebe-lo é o desemprego.
Por Pedro Augusto da Cunha Jansen Ferreira
(Estudante de Jornalismo)
§ Um amigo meu foi despedido depois de se formar. Isso é triste! Além de estar postado nesse blog, está também em Los Comillones e no Avante Riverino. Vamos todos lutar para acabar com essa hipocrisia!
§ Por favor, se por acaso alguém sabe onde eu deixei, pra quem eu emprestei ou o que eu fiz com o meu 'Heathen Chemistry' do Oasis por favor, me diga, pelamordedeus!!!! Estou desesperado!! Preciso ouvir aquele cd de novo, e se eu tiver perdido o meu, vou ter que comprar outro!!! E agora ele tá mais caro!!! Por isso, por favor, quem souber do cd, please, deixa comentário!!! Sniffffffffffffffff!!!!
Muitos podem até achar que, de alguma forma, o filme 'X-Men' é mais um baboseira enlatada americana para adolescentes. Bom, caros amigos, passa longe disso. Embora o roteiro seja, pelo menos aparentemente, para encantar adolescentes no mundo todo, há um ponto que está estampado na tela durante o filme inteiro e que, óbvio e ululante, todos devem ter percebido: o preconceito que a sociedade tem pelo desconhecido. E não só pelo desconhecido, mas pelo diferente. E parece ser um preconceito natural, embutido na psiquê de cada um de nós.
Alguém se lembra do holocausto? Guardadas as devidas proporções, não há o que discutir. A humanidade ainda é muito burra. Mentes fracas demais, que se deixam influenciar por qualquer discurso. Com meia dúzia de palavras bem direcionadas, se consegue deixar uma parcela grande da população contra outra. Foi isso que Hitler fez. Com um discurso bem construído e sabendo quem queria alcançar, ele falou aos alemães sobre a 'superioridade racial'. Mas o sentimento de superioridade alemão vem do extremo orgulho que eles têm de si mesmos, da sua história. E lembremos das guerras em que a Alemanha foi humilhada. Será que tudo isso não teve influencia no resultado final do Holocausto?
É claro e evidente que não venho aqui defender a burrice da humanidade. Só acho interessante a discussão que pode surgir ao trazer a realidade mutante para a nossa 'verdadeira' realidade. É bem provável que as pessoas reagissem da mesma forma como no filme: manifestações, 'caçadas', preconceito, medo, histeria. Por que como já foi falado acima, a humanidade é burra. Tão burra que não veria que ter preconceitos contra os mutantes era o mesmo que retornar no tempo e presenciar novamente o nascimento do preconceito contra os deficientes físicos, na Esparta da inteligentíssima Grécia antiga, contra os negros, com as 'fabulosas' Grandes Navegações', ou retornando um pouco menos, ver uma nação embebida de ódio contra judeus. E retornando um pouco menos, o preconceito gerado pela saída da mulher de casa para o trabalho, ou a quebra dos tabus sexuais.
Então, você, caro leitor, atento ao texto, percebe que os exemplos acima não transmitem exemplos de evolução. Mas eu então replico e afirmo: Não será também uma forma de evolução para os homens poder ver as mulheres saírem da vida de serviçal doméstica e passar a trabalhar para o próprio sustento? Não teria sido um tipo de evolução para os 'superiores' europeus se os negros tivessem sido vistos desde a primeira vez como iguais? Ou se os nazistas tivessem evoluído para algo melhor quando passassem a acreditar que a religião é só uma parte do homem, uma pequena parte, e não o todo? Seriam também evoluções, de tipos diferentes é claro. Mas evoluções.
No fim das contas percebe-se que é perigoso pensar na nossa humanidade como suprema, por que, como eu já disse, ela é burra. Mentes fracas se deixam levar por qualquer discurso. Mas é ótimo poder ver numa tela um roteiro com cara de enlatado, mas um enlatado de valor, de respeito.
Por Pedro Augusto da Cunha Jansen Ferreira
§ Sim, eu assisti X-Men 2. Filme fantástico! Vale muito a pena.